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Segurança e consumidor

Acordo de R$ 1,4 milhão detalha esquema de apostas ilegais no RN

Três investigados da Operação Conto da Sorte firmaram acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Norte após investigação que apontou uso de sites comprometidos, empresas de fachada e a Lotseridó.

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Ilustração conceitual mostra uma página pública comprometida redirecionando usuários para uma rede clandestina de apostas, cercada por sinais de alerta e empresas de fachada.
Ilustração gerada por IA; não é um registro fotográfico do acontecimento.

Três investigados da Operação Conto da Sorte firmaram, em 15 de outubro de 2026, acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Norte. Segundo o Ministério da Fazenda, o compromisso prevê o pagamento de R$ 200 mil e a perda de outros R$ 1,2 milhão, totalizando R$ 1,4 milhão.

A investigação começou após análise técnica da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda e apura a exploração ilegal de jogos de azar, incluindo a Lotseridó, loteria criada pela Prefeitura de Bodó (RN). As autoridades também identificaram empresas de fachada e ferramentas digitais usadas para direcionar usuários a plataformas clandestinas.

De acordo com o relato das investigações, o grupo inseria códigos em páginas com domínios “.gov.br” e “.edu.br” para redirecionar visitantes a sites ilegais, aproveitando a credibilidade desses endereços. Também foram identificadas 21 empresas registradas em um mesmo endereço fictício em Bodó.

O acordo determina que empresas vinculadas ao grupo comprovem, em 180 dias, a implementação de um programa de integridade. As investigações continuam em relação aos demais envolvidos.

O que muda para você

O caso alerta para o risco de páginas comprometidas e estruturas empresariais usadas para dar aparência de legitimidade a plataformas clandestinas. O acordo não encerra as investigações sobre os demais suspeitos.

Fontes e datas de consulta

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